....Nos meus olhos lágrimas estão caindo, caindo bem... Bem debaixo dos teus abraços
não vou esquecer a sua coragem... E nas suas entranhas encontrará o que
precisamos... Especial sim, saudade bateu logo na saída junto os galhos e flores...
O ceú estava da cor que me encontro.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
da careca lá de sp...
Ela, que não é India,
Nem tão dentro a Realidade,
Pintou seus cabelos Negros,
Conheceu tanta gente,
E foi pro Mar,
...Agora Careca,
Insisti no amor,
Eu distante, chamo, imploro e grito:
Joga pedra na Ginisi!
Nem tão dentro a Realidade,
Pintou seus cabelos Negros,
Conheceu tanta gente,
E foi pro Mar,
...Agora Careca,
Insisti no amor,
Eu distante, chamo, imploro e grito:
Joga pedra na Ginisi!
do amor...
...Parace você querer me pertubar...
por que insisti nessa minha inquietação?
Quem foi que permitiu no obscuro da noite colocar teus lábios ressecados nos meus cortados?
pelos, dedos, sangue e suor...
do calor abafado de todas as portas fechadas...
você não fechado, eu não fechado, inconsciente faziamos alguma coisa, que explicando não consigo
decifrar mas conciente de que gostavamos e queriamos o que faziamos.
O teu lábio não enconstou e outra vez, seus cabelos estavam em minhas mãos, por estarmos ''inconcientes''
nem lembro quem chegou primeiro, se o cabelo ou a mão. Que droga era essa que faziamos de nós dois tolos
numa madrugada tão abafada dentro de si?
é a volta? é a Volta? Mas temos combinados, não vamos voar por terras que não queremos...
Voar por aqui, baixinho e ainda quietos...
Mas a inquietação tá voltando aos poucos e por você...
Não como culpa, mas por algum motivo que ainda haverá ''descoberta''
pelos, dedos, sangue e suor...
suor, suor, suor, eu na descoberta vi o suor, grande ainda!
Madrugadas, são sempre elas...
por que insisti nessa minha inquietação?
Quem foi que permitiu no obscuro da noite colocar teus lábios ressecados nos meus cortados?
pelos, dedos, sangue e suor...
do calor abafado de todas as portas fechadas...
você não fechado, eu não fechado, inconsciente faziamos alguma coisa, que explicando não consigo
decifrar mas conciente de que gostavamos e queriamos o que faziamos.
O teu lábio não enconstou e outra vez, seus cabelos estavam em minhas mãos, por estarmos ''inconcientes''
nem lembro quem chegou primeiro, se o cabelo ou a mão. Que droga era essa que faziamos de nós dois tolos
numa madrugada tão abafada dentro de si?
é a volta? é a Volta? Mas temos combinados, não vamos voar por terras que não queremos...
Voar por aqui, baixinho e ainda quietos...
Mas a inquietação tá voltando aos poucos e por você...
Não como culpa, mas por algum motivo que ainda haverá ''descoberta''
pelos, dedos, sangue e suor...
suor, suor, suor, eu na descoberta vi o suor, grande ainda!
Madrugadas, são sempre elas...
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Dos Renascimentos...

Viver é ser outro. Nem sentir é possível se hoje se sente como ontem se sentiu: sentir hoje o mesmo que ontem não é sentir - é lembrar hoje o que se sentiu ontem, ser hoje o cadáver vivo do que ontem foi a vida perdida.
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
foto: felipe freitas
sábado, 5 de março de 2011
do amanhecer dos dias em que não acontece nada comum...

...acordei descalço e descabelado, levei até o lixo os restos de vida, fui caminhando até a padaria,
sai com dois pães do tamanho do ser humano que ainda me sinto, de tão pequenos que são,continuei
andando e sentido queimar bem forte os meus pés do chão tão quente, sem pular ou me precipitar,
entrei, tranquei e passei pelo jardim com aquelas borboletas cinzas e brancas correndo
de um lado para o outro...e eu sigo...e para o deserto...
os sangues que trazem

...Antes quando o maior medo existia em mim, queria a todo custo limpar rapidamente
qualquer ameaça de sangue que surgisse em meu corpo...e Hoje, quando percebo que o
sangue saem dos meus dedos e poros, o pressiono levemente na tentativa de sentir e deixar
o sangue escorrer por onde ele quiser ir...deixa...
Assinar:
Postagens (Atom)

